Como calcular o seu cachê
Antes de olhar o que os outros cobram, faça a sua conta:
- Custos do show: combustível ou transporte, alimentação, corda, manutenção e desgaste do equipamento.
- Tempo total, não só o de palco: um show de 3 horas pode ocupar 6 entre ir, montar, tocar, desmontar e voltar.
- Quem divide o cachê: em dupla ou banda, cada integrante precisa sair com um valor que valha a noite.
- Seu nível hoje: repertório, experiência, qualidade do som e, principalmente, avaliações de quem já te contratou.
Com essa base, compare com a faixa do seu formato na sua cidade e escolha onde você se posiciona.
Bar e festa não são a mesma coisa
- Bar: paga menos por noite, mas costuma chamar toda semana. É agenda fixa, público novo toda vez e vitrine pra fechar festas.
- Festa e evento particular: paga mais por show, mas é pontual e exige repertório sob medida.
Muitos músicos equilibram as duas coisas: os bares garantem a agenda do mês, e as festas aumentam o faturamento.
Quando subir o preço
Sinais de que dá pra subir o cachê:
- agenda cheia nas sextas e sábados;
- avaliações boas e frequentes;
- contratantes voltando a te chamar;
- equipamento próprio de qualidade (som, iluminação).
Suba aos poucos e avise os clientes fixos com antecedência.
E as taxas?
No Palinha, criar o perfil, usar a agenda e receber convites é 100% grátis. Quando uma casa parceira te contrata pelo Palinha, você não paga nada: o cachê é todo seu. Só existe uma taxa fixa por show quando uma pessoa ou empresa te encontra pelo app ou pelo site e fecha com você. Veja os detalhes na página Para músicos.